Arquivo para novembro, 2011

30/11/2011

Jornalista russo será processado por protestar contra censura

Por George Yurievitch Ribeiro

Jornalista russo,  Grigory Okhotin, se demitie da agência de notícias russa em protesto contra censura.

Responsável pela redação de um dos sites da agência RIA-Novosti (dedicado aos artigos da imprensa sobre a Rússia publicados ao redor do mundo ) ele recebeu orientações de não publicar materiais negativos sobre Vladimir Putin e o partido de posição Rússia Unida nas próximas semanas (véspera das eleições parlamentares).

A agência de notícias RIA-Novosti negou as acusações de censura e pretende processar o jornalista por difamação. Creio que todos conhecem como são feitos os julgamentos na Rússia. As chances de Grigory Okhotin contra o estado (a agência é estatal) são mínimas.

Agradeceria muito apoio e divulgação do fato aqui no Brasil.

Fonte: Lenta.ru Масс-медиа: Редактор портала Inosmi обвинил РИА Новости в цензуре и уволился

30/11/2011

Ataque ao Sismuc: Ducci ameaça direitos sindicais

As mobilizações e campanhas lançadas pelo Sismuc recentemente em favor dos trabalhadores causaram uma forte reação por parte do prefeito de Curitiba Luciano Ducci. Ele articulou esta semana a aprovação de uma emenda que restringe a liberação de servidores para a direções sindicais. O documento apresentado hoje, na câmara municipal, limita o exercício do direito sindical, prevendo a redução de servidores nos sindicatos do município (Sismuc e Sismmac). Hoje o Sismuc conta com 10 diretores liberados. Se a mudança for aprovada, a quantidade reduz para 4, inviabilizando em muito o trabalho realizado, atualmente.

“A cassação das liberações cheira à ditadura. Eles sabem que o Sismuc é um sindicato forte e em crescimento, que vem fazendo a diferença para os servidores e tem buscado a melhoria da qualidade do serviço prestado à população. Agora, querem restringir o direito à livre organização dos trabalhadores”, aponta Eduardo Recker Neto, diretor do Sismuc.

Realização de greves, assembleias, mobilizações, que vem se intensificando nos últimos anos, podem perder força drasticamente. Esta é a avaliação da diretoria do Sismuc, caso a alteração seja aprovada. As campanhas pelo aumento de salário, por melhores condições de trabalho e por mais qualidade de vida podem reduzir para menos da metade do que é realizado atualmente. No mês passado, o sindicato chegou aos 10 mil sindicalizados e se apresenta hoje como um importante instrumento de controle social da administração municipal. Além disso, tem conseguido conquistas importantes para diferentes segmentos da categoria. Dentre os mais recentes estão guardas municipais, fiscais, cirurgiões-dentistas, educadores e servidores da saúde.

Mobilização

Diante desta grave ameaça à liberdade sindical, o Sismuc está convocando uma plenária do movimento sindical paranaense para este dia 1º. O encontro inicia às 15 horas, na sede do Sismuc (rua Monsenhor Celso, 225, 9º andar) e pretende impedir que a imposição siga em frente. É aguardada também a presença de parlamentares e líderes de movimentos sociais. O Sismuc também encaminha amanhã um ofício solicitando reunião com o prefeito na sexta-feira para debater o assunto. Outra ação é a campanha para envio de mensagem aos vereadores, pedindo a imediata retirada da proposta de emenda.

Clique aqui para mandar sua mensagem.

Como ficariam as liberações:

1 servidor entre 1.000 até 2.000 sindicalizados

2 servidores entre  2.001 até 5.000 sindicalizados

3 servidores entre  5.001 até 10.000 sindicalizados

4 servidores entre. 10.001 até 15.000 sindicalizados

1 a mais a cada 3.000 sindicalizados, com limite de 6 servidores

Autor: Guilherme Gonçalves

Fonte: Sismuc

28/11/2011

Guia de boas maneiras na política. E no jornalismo

Artigo sugerido por Ubirajara Freitas, metalúrgico de BH

Eles nunca se conformarão

A obsessão da elite brasileira em tentar desqualificar Lula é quase patológica. E a compulsão por tentar aproveitar todos os momentos, inclusive dos mais dramáticos do ponto de vista pessoal, para fragilizá-lo, constrange quem tem um mínimo de bom senso.

Maria Inês Nassif

A cultura de tentar ganhar no grito tem prevalecido sobre a boa educação e o senso de humanidade na política brasileira. E o alvo preferencial do “vale-tudo” é, em disparada, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por algo mais do que uma mera coincidência, nunca antes na história desse país um senador havia ameaçado bater no presidente da República, na tribuna do Legislativo. Nunca se tratou tão desrespeitosamente um chefe de governo. Nunca questionou-se tanto o merecimento de um presidente – e Lula, além de eleito duas vezes pelo voto direto e secreto, foi o único a terminar o mandato com popularidade maior do que quando o iniciou.

A obsessão da elite brasileira em tentar desqualificar Lula é quase patológica. E a compulsão por tentar aproveitar todos os momentos, inclusive dos mais dramáticos do ponto de vista pessoal, para fragilizá-lo, constrange quem tem um mínimo de bom senso. A campanha que se espalhou nas redes sociais pelos adversários políticos de Lula, para que ele se trate no Sistema Único de Saúde (SUS), é de um mau gosto atroz. A jornalista que o culpou, no ar, pelo câncer que o vitimou, atribuindo a doença a uma “vida desregrada”, perdeu uma grande chance de ficar calada.

Até na política as regras de boas maneiras devem prevalecer. Numa democracia, o opositor é chamado de adversário, não de inimigo (para quem não tem idade para se lembrar, na nossa ditadura militar os opositores eram “inimigos da pátria”). Essa forma de qualificar quem não pensa como você traz, implicitamente, a ideia de que a divergência e o embate político devem se limitar ao campo das ideias. Esta é a regra número um de etiqueta na política.

A segunda regra é o respeito. Uma autoridade, principalmente que se tornou autoridade pelo voto, não é simplesmente uma pessoa física. Ela é representante da maioria dos eleitores de um país, e se deve respeito à maioria. Simples assim. Lula, mesmo sem mandato, também o merece. Desrespeitar um líder tão popular é zombar do discernimento dos cidadãos que o apoiam e o seguem. Discordar pode, sempre.

A terceira regra de boas maneiras é tratar um homem público como homem público. Ele não é seu amigo nem o cara com quem se bate boca na mesa de um bar. Essa regra vale em dobro para os jornalistas: as fontes não são amigas, nem inimigas. São pessoas que estão cumprindo a sua parte num processo histórico e devem ser julgadas como tal. Não se pode fazer a cobertura política, ou uma análise política, como se fosse por uma questão pessoal. Jornalismo não deve ser uma questão pessoal. Jornalistas têm inclusive o compromisso com o relato da história para as gerações futuras. Quando se faz jornalismo com o fígado, o relato da história fica prejudicado.

A quarta regra é a civilidade. As pessoas educadas não costumam atacar sequer um inimigo numa situação tão delicada de saúde. Isso depõe contra quem ataca. E é uma péssima lição para a sociedade. Sentimentos de humanidade e solidariedade devem ser a argamassa da construção de uma sólida democracia. Os formadores de opinião tem a obrigação de disseminar esses valores.

A quinta regra é não se deixar contaminar por sentimentos menores que estão entranhados na sociedade, como o preconceito. O julgamento sobre Lula, tanto de seus opositores políticos como da imprensa tradicional, sempre foi eivado de preconceito. É inconcebível para esses setores que um operário, sem curso universitário e criado na miséria, tenha ascendido a uma posição até então apenas ocupada pelas elites. A reação de alguns jornalistas brasileiros que cobriram, no dia 27 de setembro, a solenidade em que Lula recebeu o título “honoris causa” pelo Instituto de Estudos Políticos de Paris, é uma prova tão evidente disso que se torna desnecessário outro exemplo.

No caso do jornalismo, existe uma sexta regra, que é a elegância. Faltou elegância para alguns dos meus colegas.

(*) Colunista política, editora da Carta Maior em São Paulo

www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=5277

28/11/2011

Sobre fim dos jornalistas, na acampada

Do Blog Quadrado dos LoucosEstou saindo da acampada do 15-0 na Cinelândia e uma jovem jornalista, de um velho jornal carioca, me aborda. Depois de perguntar nome, idade, ocupação, vai direto ao ponto:

— O que vocês propõem, qual é a pauta de reivindicações do movimento?

— Acho que mais importante é perguntar o que o movimento faz, o que ele produz e, mais importante ainda, como ele faz e produz. A forma é diferente.

— Tá, mas, pode dar um exemplo…

— Por exemplo, aqui se está experimentando fazer uma mídia de maneira que não precisemos mais de jornalistas e jornalismo. — respondo sem tom de provocação, mas ela reage com uma atitude de condescendência, que é o pior tipo de arrogância.

— Sei, porque a mídia é golpista e tal, e vocês não, são os revolucionários. O jornalismo vai continuar existindo de um jeito ou de outro.

— Se o jornalismo surgiu há alguns poucos séculos, ele pode acabar também, as coisas mudam. E não entraria no mérito se é golpista, acho que seja mais simples e menos conspiratório: é porque você não é livre enquanto jornalista, a sua reportagem não será livre, esse movimento no fundo também é pra você.

— Claro que não. Por quê?

— Você tem um chefe, uma pauta, uma carreira, uma edição centralizada dos textos, você não escreve o que deseja e sobre o que deseja e, mais importante, como deseja; tem uma linha editorial, tem que respeitar certa forma de escrever, de construir e selecionar os fatos, tem truques e convenções impostos de fora pela profissão do jornalismo, do jornalismo sério. Por isso que a nova mídia tem que ser pós-jornalista e quando o jornalista vem pra nova mídia, ele precisa largar essa identidade e esses macetes. Se a nova mídia reproduz o mesmo jornalismo no formato 2.0, não é nova. — e ela vai anotando, condescendente.

— Então o melhor é deixar tudo para o estado, estatizar?

— Se fosse isso, a gente não estaria aqui acampado, teria procurado os partidos pra disputar o estado. Acho que a mídia não será livre quando toda ela for estado, mas quando todos formos mídia. Todo mundo pode colaborar numa narrativa em comum. A gente tá cansando de ouvir que no mundo socialista não tinha imprensa livre e é verdade. Mas não é muito diferente daqui. Lá na Romênia do Ceausescu o controle era mistificado pelo interesse público e o estado, e aqui ele é mistificado pela livre iniciativa, que qualquer um é livre pra montar uma empresa jornalística ou mudar de emprego, mas no fundo, aqui e na Romênia, é o mesmo jornalismo, ou seja, a falta de liberdade pra falar e de criatividade em comum. Se você for a favor da linha dos seus chefes, está bem, é livre, mas experimenta colocar opiniões verdadeiramente contrárias e que incomodam, ou então a fazer diferente, aí te censuram na certa. Claro que eles vão falar que no texto você perdeu a objetividade dos fatos, que está muito carregado de opiniões e achismos, que está político, ou horror, que está ideológico. Como se o fato e o jeito de montar esse fato que eles querem, e o modo como ensinam e pautam seus jornalistas, como prometem a carreira profissional, já não fosse a ideologia em primeiro lugar. E aí se você tem a opção de aceitar ou mudar pra outro jornal no mesmo formato controlado por outra família de poderosos, então não vai mudar muito. Você está num ciclo vicioso que se chama liberdade de imprensa, mas essa democracia não é real. Por isso quando a Acampada toma a palavra e faz diferente, essa é uma proposta importante. — nessa hora, a jornalista mudou a expressão, talvez tenha se dado conta que não ia me pegar no contrapé tão fácil, então tentou uma última.

—- Então você quer extinguir o jornalismo, isso não é complicado, não é totalitário?

— É tão totalitário quanto o fato que esta entrevista não vai aparecer no seu jornal amanhã.

E não apareceu mesmo.

28/11/2011

Europa não aprende com seus erros. Espanhóis comemoram morte de ditador!

De TIE-Brasil

A Europa que tanto sofreu nas mãos dos mais cruéis ditadores que este planeta já conheceu, tais como Mussolini, Hitler, Franco, Salazar (só para listar alguns dos que atuaram recentemente, no século XX), a cada eleição que enfrenta opta por eleger candidatos da ultra-direita, xenófobos, rascistas, homofóbicos e “orfãos” dos ditadores supra-citados.

Em meio a mais brutal crise economico-financeira desde o fim da segunda guerra mundial, os europeus chamam para salvá-los os mesmos que os meteram nessa enrascada, a direita neoliberal do estado mínimo, das privatizações, dos cortes de investimentos públicos em saúde e educação, principalmente, e, portanto, anti-estado de bem estar social que os europeus gostariam de ter de volta.

Nas últimas eleições, realizadas em 20 de novembro, os espanhóis confirmaram a tendência e chamaram o neoliberal e direitista PP para salvar a pátria, depois do fracasso das políticas neoliberais do governo do pseudo-socialista José Zapatero, líder do PSOE.

Não bastasse isso, no último domingo, 27, manifestantes de extrema-direita se reuniram em frente ao palácio real em Madri para comemorar a morte do ditador Franco, fazendo o gesto típico dos nazi-fascistas.

Os organizadores do evento decidiram realizá-lo no dia 27, uma semana depois de 20 de novembro, dia em que Franco morreu em 1975, devido às eleições legislativas, que os nazi-fascistas consideraram uma aberração.

Os caras que fizeram da Espanha um dos países mais miseráveis da Europa, que prenderam e assinaram milhares de cidadãos honestos e trabalhadores e que foram os promotores das maiores aberrações da história recente de Espanha, não estão contentes com as eleições que elegeram um partido conservador. Eles querem mais sangue, mais desgraça. Eles não querem eleições. Eles querem apenas a volta de Franco. Só a ditadura os consola.

Tempos obscuros nos esperam…

28/11/2011

Privatizações do Beto começam a mostrar as garras

Por Redacao Blog Lado B

E o mercado feliz como nunca…

Professor Paixão: vigilante da democracia.

Comentário publicado no perfil do Professor Paixão (APP-Sindicato) no Facebook:

“Que coisa!!!! Acabei de ler a Mensagem de Lei que o governador Beto Richa (PSDB) enviou para a Assembleia Legislativa, instituindo o processo de qualificação das OS (Organizações Sociais). Um absurdo! O Projeto de Lei abre caminho para as terceirizações e privatizações. Aprovado, parte do orçamento do Paraná será destinado para as OS qualificadas, mediante a assinatura de um contrato de gestão. O estado está abrindo mão do seu papel! E o mercado feliz como nunca…”.

Conheça na íntegra o PL 915/2011


27/11/2011

Prêmio CUT “Democracia e Liberdade Sempre 2011″ homenageará Blogueiros Progressistas

Votação para o Prêmio CUT Democracia e Liberdade Sempre 2011 termina no dia 30

Vote! Escolha seus candidatos e fale com seus parentes e amigos para que eles também participem da escolha dos vencedores

Milhares de pessoas já votaram no 1º Prêmio CUT Democracia e Liberdade Sempre-2011. A votação começou no dia 1º de novembro e termina no dia 30.

É importante lembrar que, com este prêmio, a CUT vai homenagear personalidades e entidades que lutaram pela redemocratização do Brasil durante a ditadura militar de 64-85 e também as que lutam para aperfeiçoar o regime democrático brasileiro, defendendo o exercício da liberdade.

“A luta por democracia e liberdade é permanente e tem de ser feita sempre. “É preciso manter acessa a chama. É preciso ser militante sempre”, lembra o presidente da CUT, Artur Henrique.

Por isso, a Executiva da Central decidiu homenagear os blogueiros progressistas, grupo de brasileiros que milita diariamente na Internet e, com isso, contribui fortemente para manter acesa a chama da democracia e da liberdade no país.

A homenagem à Blogosfera, o primeiro meio de comunicação de massas autônomo do país, será feita durante a cerimônia de entrega do prêmio, que  será realizada no dia 13 de dezembro, no TUCA (Teatro da Universidade Católica), em São Paulo. Os premiados em cada categoria receberão o troféu símbolo do prêmio, criado pelo artista plástico Elifas Andreato.

O Prêmio

O prêmio CUT tem abrangência nacional e será concedido a seis categorias pré-determinadas pela organização. O público poderá votar nos indicados para as categorias de um a cinco. A indicação para a 6ª categoria do prêmio – “Personalidade ou Instituição de destaque” -, será feita pela Executiva da CUT, com a colaboração de personalidades comprometidas com os valores que norteiam a premiação.

Esse grupo de pessoas também indicou os nomes que vão concorrer nas outras cinco categorias do prêmio. Receberão os prêmios os candidatos mais votados em cada uma das categorias.

No dia 2 de dezembro, a CUT vai anunciar os nomes dos vencedores nas cinco categorias cuja votação foi aberta ao público e também o nome que a Executiva da entidade e colaboradores escolheram para receber o troféu da 6ª categoria.

Categorias e Indicados 

Conheça agora as cinco categorias e os três indicados para cada uma delas.  Você deve escolher apenas uma pessoa ou instituição de cada categoria:

Categoria 1: Personalidade de destaque na luta pela Redemocratização do Brasil

  • Indicados: Idibal Pivetta; Maria Augusta Capistrano; e Rosalina de Santa Cruz.

Categoria 2: Personalidade de destaque na luta por Democracia, Cidadania e Direitos Humanos

  • Indicados: Frei Beto; Clara Charf; e Gegê.

Categoria 3: Personalidade de destaque na luta por Democracia e Direitos dos Trabalhadores

  • Indicados: Maria da Penha; Abdias Nascimento; e Virgílio Gomes da Silva.

Categoria 4: Personalidade de destaque na luta por Democracia e Justiça no Campo

  • Indicados: Dom Pedro Casaldáliga; Valdir Ganzer; e Manoel da Conceição.

Categoria 5: Instituição de destaque na luta por Democracia e Liberdade

  • Indicados: Movimento dos trabalhadores sem Terra (MST); Central Única das Favelas (CUFA); e Central dos Movimentos Populares (CMP).

Como votar

Para votar, basta acessar o site da CUT (www.cut.org.br) e clicar no banner do 1º Prêmio CUT Democracia e Liberdade Sempre, onde está escrito “Clique aqui e vote nos seus candidatos”; depois, clique onde está escrito “escolha seus candidatos”. Você pode também acessar diretamente o endereço do prêmio  (http://premio.cut.org.br) e clicar direto onde está escrito “escolha seus candidatos” – no alto da página.

Escolha seu candidato na categoria um, clique em cima do nome para confirmar seu voto; automaticamente, a página seguinte se abrirá na tela do seu computador mostrando os indicados da segunda categoria, escolha seu preferido, clique em cima do nome para confirmar seu voto; repita o processo até votar nas cinco categorias.

Atenção

Para concluir o voto, é preciso votar nas cinco categorias. Ao terminar, basta inserir seu e-mail e confirmar. Automaticamente, surgirá na tela do seu computador a efetivação do seu voto. Não aparecerão parciais dos resultados. Você receberá em seu e-mail uma mensagem de confirmação do seu voto.

É importante lembrar que, por motivos de segurança, haverá restrição de votação, ou seja, cada pessoa poderá votar apenas uma vez.

A história do Prêmio

No dia 13 de dezembro do ano passado, após o retrocesso nos debates políticos da última campanha eleitoral, com ataques aos direitos individuais dos brasileiros: discriminação contra união de pessoas do mesmo sexo e aborto, só para ficar em dois temas polêmicos -, a CUT realizou o ato Democracia e Liberdade Sempre, no Rio de Janeiro.

A data é simbólica. No dia 13 de dezembro de 1968 os brasileiros foram surpreendidos com um dos maiores atentos à liberdade individual e coletiva de toda a história do País.

A junta militar que governava o país com mãos de ferro desde o golpe de 1964, suspendendo as eleições direitas para o cargo máximo da nação – a presidência da república – instituiu neste dia o Ato Institucional 5. O AI-5 deu ao general presidente da República poderes para cassar mandatos eletivos, suspender direitos políticos, demitir ou aposentar juízes e outros funcionários públicos, suspender os habeas corpus em crimes contra a segurança nacional e legislar por decreto, ampliando os instrumentos de repressão da ditadura militar.

A mobilização popular trouxe de volta ao Brasil o espírito da liberdade, contribuindo decisivamente para a redemocratização do País. A democracia é uma ferramenta que facilita a preservação do estado de liberdade, mas a sociedade civil organizada precisa se manter alerta na defesa permanente desse direito.

Foi com esse espírito que a CUT realizou, no ano passado, o Ato Democracia e Liberdade Sempre, e é com este espírito que a CUT decidiu realizar a cada dois anos um evento de premiação em homenagem aos brasileiros e às brasileiras que lutaram e continuam lutando em defesa da democracia.

Com este prêmio, a CUT reafirma o princípio que rege a central desde a sua criação: a luta pela democracia e liberdade sempre.

CUT Nacional
Assessoria de Imprensa
Marize Muniz
Fones: 61-3105-4027 / 61-7811-8753
27/11/2011

Alguns números sobre Belo Monte ou a Má fé e os interesses escusos

Video sugerido por Cido Araújo, do BlogProgSP

27/11/2011

Nem o PiG se aguenta! Furo MTV sobre o vídeo dos globais contra Belo Monte

Vídeo sugerido por Cido Araújo, do BlogProgSP

27/11/2011

Beto Richa pode privatizar a CELEPAR para o ICI

Do Blog do Tarso

Cássio taniguchi, quem diria, é o presidente do Conselho de Administração da Celepar

O projeto de lei complementar 915/2011 que o governador do Paraná Beto Richa (PSDB) encaminhou para a Assembleia Legislativa pretende criar a qualificação Organização Social – OS no âmbito da Administração Pública do estado. É o mesmo modelo criado pelo governo FHC (PSDB) e muito utilizado pelos governos tucanos de SP para a privatização da saúde.

Cássio Taniguchi, atual secretário de planejamento de Beto Richa, quando prefeito, criou o modelo em Curitiba, e privatizou a informática do município para o ICI – Instituto Curitiba de Informática, uma entidade privada qualificada como OS que não faz concurso público nem licitação.

Caso o modelo seja aprovado no Estado, a Celepar – Companhia de Informática do Paraná, sociedade de economia estadual, poderá ser totalmente privatizada e seus serviços encaminhados para o ICI ou outra OS.

Beto Richa já está privatizando serviços que são atividades-fim da Celepar, conforme denúncia do Blog do Tarso de outubro, e com essa lei aprovada poderá fazer um mal ainda maior para o povo paranaense.

Nunca é demais lembrar o famoso vídeo do atual presidente da Celepar, que confessa que iria privatizar serviços da companhia para a iniciativa privada.

25/11/2011

Beto Richa descumpre promessa de campanha e vai privatizar hospitais públicos

Do Blog do Tarso

Conforme denúncia de 28 de setembro de 2011 do Blog do Tarso, de que o governador tucano Beto Richa pretende privatizar saúde, informática e demais áreas sociais via OSs, o governo liberal acabou de encaminhar o projeto de lei para a Assembleia Legislativa do Paraná.

Vejam o presente vídeo em que o então candidato diz que não vai privatizar e que nem conheçe o modelo das OSs. Ou é despreparado ou e mentiroso, pois o ICI – Instituto Curitiba de Informática é uma OS.

Vejam notícia da querida Joice Hasselmann, que está de “férias forçadas” da radio BandNews a pedido de Valdir Rossoni, que informa o que falei para a rádio BandNews ontem:

Governo do PR quer regulamentar parcerias com organizações sociais

Do Blog da Joice

O governo do estado quer regulamentar parcerias com Organizações Sociais, as chamadas OS. O executivo enviou hoje um projeto de lei que trata do tema para a Assembleia Legislativa do Paraná. Segundo o texto, as OS vão poder atuar em todos os setores do estado, com exceção da segurança pública e educação. O projeto é enviado em um momento em que há muita discussão em torno de parcerias de entidades deste tipo com o governo federal. No Ministério do Trabalho, por exemplo, há indícios de irregularidades no convênio com 26 ONGs. A Controladoria Geral da União pede a devolução de cinco milhões de verbas. Para o advogado especialista em direito do terceiro setor, Tarso Cabral Violin, o projeto do governo pode piorar a prestação de serviços públicos.

O advogado lembra que as terceirização de serviços públicos tem causados problemas no sistema de saúde municipal. Atualmente, os médicos das unidades de emergências trabalham para hospitais privados conveniados com a Prefeitura. Quando eles faltam ao trabalho, a população espera por até oito horas por atendimento.
O projeto do governo do estado chegou hoje na Assembleia Legislativa e ainda vai passar pelas comissões antes de entrar na pauta de votações. A reportagem da BandNews entrou em contato com a liderança do governo para falar sobre o assunto, mas não conseguiu uma entrevista.

25/11/2011

Quem está na roda?

Por Denise Queiróz, do Tecedora

 
Brincadeira de roda

Roda de capoeira, roda de chimarrão, roda de samba, roda de ciranda, roda de caipiririnha, lual, dança na tribo e em alguns passos o círculo se forma. Nos jardins de infância, sentadas no chão em rodas, as crianças aprendem brincando. Algumas escolas usam as carteiras em forma de círculo para ensinar, com o professor no papel de interventor e mediador dos temas debatidos. Nas ruas, quando se vê muita gente reunida, a forma geométrica é uma roda. Aliás essa é uma das cenas mais comuns em nossas cidades. E todos sabem que quando há um círculo de pessoas, normalmente dois ou três estão trabalhando e vários outros em volta palpitando. E não raro desses palpites surgem as soluções.

Rodas são cuidadosamente planejadas por especialistas de alto nível para rodarem movidas por um motor e seus dentes engancharem tão perfeitamente uns nos outros que o produto sai prontinho, são as engrenagens.

Mas há outras rodas. Há os círculos fechados que ao contrário das rodas de ciranda, de dança ou trabalho, não se abrem às novidades. Quem está neles está, quem não está, de fora fica.

O governo brasileiro tem me parecido um destes. Uma máquina que está com engrenagens gastas, muito por culpa de óleo de péssima qualidade que foi usado até bem pouco tempo, mas a roda principal, aquela por onde a polia move todo o resto, está com problemas. E com isso as outras estão rodando em falso. Algumas estão até paradas e o produto final está sendo comprometido.

 A economia, com toda a crise internacional, está sofrendo muito pouco, é verdade. Ainda. Os programas sociais estão sendo tocados, o projeto que vem sendo desenvolvido desde 2003 está andando, a miséria diminuiu, os índices de analfabetismo baixaram, o desemprego é mínimo.  Enfim temos muitas razões para estar felizes. Por que não estamos, então?

Porque ao mesmo tempo em que as planilhas nos mostram uma realidade boa, estamos vendo algumas áreas fundamentais sendo deixadas ou – espero que seja distração e não projeto – postas propositadamente em segundo plano. A cultura é uma delas.

Por outro lado, várias pessoas que atuam e têm história de luta em áreas fundamentais em que o nosso país é rico, porém miserável em termos de suporte oficial para seu desenvolvimento e difusão,  reportam dificuldade em conversar com os representantes do governo, apresentar projetos que beneficiariam grupos marginalizados historicamente, aos quais devemos incluir como forma de beneficiar a todos.

Então talvez a resposta ao por que não estejamos mais felizes seja essa: criamos muitas expectativas, elegemos uma pessoa que durante anos esteve no comando da casa civil –  que portanto conhece todas as engrenagens do governo – e representa um partido que nasceu de bases sociais onde a democracia, a roda, era uma prática cotidiana. Assim, o que esperávamos era que a roda fosse aberta, que todos tivessem a sua vez de jogar. E o que temos é uma roda fechada, quase uma caixa preta.

A comunicação é falha, os projetos apresentados já vêm prontos e passaram pelo crivo de umas poucas mãos. O debate, o palpite que até na semeadura de um canteiro de horta é sempre bem vindo, está sendo negado.  Além de comprometer o produto final – o objetivo, quero crer é uma sociedade mais igualitária, pois não? – está sendo implementado um sistema que contraria tanto a cultura histórica do partido da nossa presidenta, quanto, e pior, a rica cultura brasileira.

Seria bom voltar a brincar de roda e na brincadeira ir inventando as regras e talvez assim a roda não se feche.

Samba de roda
25/11/2011

Por que a Globo, em defesa da Amazônia, não para a transmissão de sinais no espectro radioelétrico?

Se a Globo e seus atores estão tão preocupados com a natureza e com a Amazônia, por que então não param de consumir energia elétrica?

  • Por que não denunciam as grandes empresas nacionais e estrangeiras que estão na Amazônia a derrubar a Floresta e a matar os nativos que ousam resistir e se opor aos interesses dos exportadores de madeira de lei?
  • Por que não denunciam o novo Código Florestal defendido pelos ruralistas e aqueles que deles tiveram apoio para se eleger?
  • Por que não denunciam as pastagens extensivas que consomem mais terras que a agricultura?
  • Por que não denunciam a agroindústria e o latifúndio que somente produz grãos para exportação, na sua maioria insumos para alimentar animais no norte do planeta?
  • Por que não denunciam os transgênicos e as transnacionais que empurram, com eles, os agrotóxicos altamente poluentes?
  • Por que não denunciam a concentração de terras?
  • Por que se calam quando concessões públicas são usadas para criminalizar movimentos sociais legítimos e autênticos?
  • Por que se calam em relação ao massacre aos Guarani Kaiowás no estado do Mato Grosso?

Se está tão preocupada com a natureza e com a Amazônia, a Globo poderia simplesmente fechar as portas e deixar de emitir seus sinais no espectro radioelétrico, que precisa de energia elétrica, e muita, para ser gerado e transmitido. Isso sem falar no gasto de energia elétrica para produzir toda a programação da Vênus Platinada.

Paremos de hipocrisia.

Todos querem conforto, mas não abrem mão de seu consumismo desvairado.

Não querem Belo Monte?

Então não usem computadores, ar-condicionado, aquecedores e chuveiros elétricos, celulares, ipads, iphones, ipods, smartphones, DVDs, TVs, Aparelhos de Som, Máquinas de lavar, Geladeiras, Cafeteiras e todos os demais eletrodomésticos que vos proporcionam tantas comodidades graças ao uso da energia produzida por usinas hidrelétricas.

Não podem viver sem as comodidades da vida moderna?

Então, parem de criticar e apresentem soluções viáveis, alternativas realmente baratas e mais limpas que a geração de energia por hidrelétricas. Apresentem soluções que não exijam o pagamento de royalties e know-how à empresas multinacionais ou potências estrangeiras.

Sejam realmente modernos. Sejam propositivos. Apostem nas qualidades do Brasil e dos brasileiros.

Chega de hipocrisia.

Falem a verdade.

Não querem que Belo Monte porque isso pode, veja bem, pode significar, independência energética do Brasil e isso é inaceitável aos vassalos do império capitalista.

25/11/2011

Belo Monte, a oposição de ONGs, de artistas da Globo, da imprensa e a mídia cúmplice da Chevron

Artigo Sugerido por Castor Filho, da Rede CastorPhoto

Prezado Ministro Paulo Bernardo:

  • Cadê a banda larga e o marco regulatório para as mídias?
  • Cadê a Confecom 2?
  • Por onde anda o projeto do Franklin Martins?
  • Vossa Excelência o engavetou?

Com a palavra, o Ministro das Comunicações, aquele que tem medo da TV Globo.

Davis Sena Filho

Acabo de ver a propaganda, um vídeo de atores da TV Globo contra a hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Percebo, porém, a total falta de senso crítico dessas pessoas urbanas e que pensam que o mundo se resume em Rio de Janeiro, São Paulo, Nova Iorque, Paris, Miami e Londres.

Os argumentos contrários e negativos contra Belo Monte chegam a ser ridículos, se não fosse a manipulação e a desinformação, que deixam claro que por trás desses mauricinhos e patricinhas existem ONGs estrangeiras a serviço dos interesses de seus países e a Globo, porta-voz contumaz e tradicional dos grandes capitalistas, sendo que ela própria é um deles.

Não posso pensar de outra forma, bem como não me eximirei de dizer que a peça publicitária desinforma a população, principalmente a parte dela mais exposta a factóides, que é a classe média de perfil conservador e que acredita em Papai Noel, porque pobres e ricos realmente não crêem no homem que se veste de vermelho e usa barba branca a anunciar os presentes para aqueles que se comportaram direito o ano todo.

Acontece que quem está a se comportar mal são os atores da Globo e seus patrões, que se associaram a movimentos ambientalistas do exterior que querem interferir no processo de desenvolvimento brasileiro, sem, no entanto, se preocupar com o combate…

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http://redecastorphoto.blogspot.com/2011/11/belo-monte-oposicao-de-ongs-de-artistas.html

24/11/2011

O que é ser brasileiro?

Artigo sugerido por Dani Tristão, do RioBlogProg

Por Mauro Santayana

Pode ser que, em algum tempo do futuro, a consciência de nação e, no interior dela, o sentimento de pátria, com sua forte emoção, deixem de existir. Consola-nos, aos patriotas de hoje, que não sejamos obrigados a viver esse eventual e terrível tempo. Viver sem pátria, como alguns a isso são obrigados, pelas dificuldades de sobrevivência ou pelo exílio político, é triste e terrível. Mais triste e terrível é renunciar à pátria por comodismo ou por desprezá-la em suas circunstâncias difíceis. Não se ama a pátria porque ela seja grande e poderosa, mas porque é a nossa pátria – como resumiu Sêneca.

A etimologia nos diz que pátria é o adjetivo para a terra de nossos pais. É a terra pátria, o que sugere a integração entre a realidade geográfica e a comunidade que nela vive, identificada pela língua, pela cultura e, mais do que por esses sinais, pelo sentimento de fraternidade. Por isso Renan diz que a pátria é, no fundo, a solidariedade cotidiana.

Quando a Comissão de Estudos Constitucionais – a Comissão Arinos, como ficou conhecida - discutia as idéias que lhe chegavam, a fim de elaborar uma sugestão articulada da Constituição de 1988, houve uma preocupação geral dos pensadores e da gente comum do povo, com relação à proteção do capital brasileiro contra as investidas estrangeiras. O sentimento nacionalista e a inteligência recomendavam medidas protecionistas claras, dentro de nossa tradição republicana. O grande brasileiro Barbosa Lima Sobrinho as resumiu, na definição do que deveria ser uma empresa nacional. O artigo 323 do anteprojeto, que ele mesmo redigiu, e a maioria aprovou era claro: Só se considerará empresa nacional, para todos os fins de direito, aquela cujo controle de capital pertença a brasileiros e que, constituída e com sede no País, nele tenha o centro de suas decisões.

A Assembléia Constituinte aprovou este, e a maioria dos dispositivos sugeridos pela Comissão. O governo Fernando Henrique Cardoso, em obediência servil aos ditados de Washington, mediante emendas ao texto da Constituição, castrou-o juntamente com outros, que defendiam a nossa economia e nossa soberania. Para os eminentes constitucionalistas convencidos pelo sociólogo, empresa nacional é qualquer uma que for constituída no Brasil, não importa por quem, se norte-americano, chinês ou maltês, com o capital de qualquer natureza, vindo de onde for (limpo ou recém-lavado em qualquer paraíso fiscal), e cujo centro de decisões possa estar em qualquer lugar do universo ou fora dele.

Com todo o respeito pelo presidente Lula, a quem devemos o mais importante passo em busca da democracia – o de reduzir as desigualdades internas -, seu governo não pôde cuidar, dentro das circunstâncias em que se elegeu, da defesa da economia nacional, como era necessário. Falamos de igual para igual com os outros poderosos do mundo e restauramos nossa dignidade diplomática, mas as grandes multinacionais em pouco foram incomodadas. A legislação fernandina (dos dois fernandos, esclareça-se) permanece. Agora, e ainda a tempo, a presidente Dilma Rousseff se dá conta de que essa brecha constitucional está permitindo à China – e também a americanos, espanhóis, italianos e a outros estrangeiros – aumentar a já demasiada extensa propriedade fundiária em território nacional, além de outros abusos.

O capital estrangeiro pode ser, e foi, importante no desenvolvimento brasileiro, mas sob controle. Os imigrantes que chegaram ao país, a partir do fim do século 19, trazendo seus modestos cabedais, e se tornaram brasileiros com seu trabalho e seus filhos aqui nascidos, foram, com todos os outros brasileiros, os construtores do Brasil moderno. Integraram-se em nossos sentimentos e em nossa geografia. Alguns deles deram a vida pela nossa pátria, nas lutas internas pela liberdade e na guerra contra o nazismo e o fascismo. Mas uma coisa é o capital que aqui chegou, nas ferramentas e nas cédulas amarfanhadas reunidas pelos que escapavam da crise européia de então, e outra o capital que vem via eletrônica, e, mais ainda, o acumulado pela exploração dos brasileiros, com os elevados lucros remetidos em sua totalidade ao exterior, como ocorre atualmente.

Esta é uma boa oportunidade para que possamos recuperar parcelas da soberania alienadas pelo governo neoliberal, e restringir, como é necessário, o direito dos estrangeiros a apossar-se de vastas áreas do território, seja a que título for. E mais do que isso – para que possamos restaurar o mandamento constitucional sugerido por Barbosa Lima Sobrinho e aprovado por uma assembléia constituinte soberana, eleita pelo nosso povo. A emenda constitucional que o derrogou tem a mesma natureza daquela que deu ao então presidente o direito à reeleição.

Na segunda década do século passado, em uma imensa serraria de propriedade de Percival Farquhar, a Southern Brazil Lumber & Colonization Corporation, em Três Barras, no território então contestado entre o Paraná e Santa Catarina, a bandeira norte-americana era hasteada todas as manhãs e recolhida ao por do sol. À cerimônia deviam assistir, em postura respeitosa, os trabalhadores brasileiros. Essa insolência ianque, entre outras causas, levou os pobres caboclos da região a uma guerra que durou quatro anos e foi derrotada a ferro e fogo pelas tropas federais. É necessário evitar que sejamos levados a situação semelhante no futuro.

24/11/2011

Movimentos se mobilizam contra privatização de serviços públicos no Paraná

O deputado estadual Tadeu Veneri (PT) participa nesta sexta-feira, 25, de uma reunião do Fórum dos Servidores Públicos Estaduais e dos Movimentos Sociais para discutir o projeto que autoriza o governo a transferir serviços públicos a Organizações Sociais. A mensagem, de autoria do governador Beto Richa (PSDB), permite a terceirização dos serviços públicos à exceção das áreas de segurança e educação. ”Não podemos votar uma proposta como essa no final de um semestre legislativo, às pressas. Este projeto representa a privatização de vários serviços”, alertou Veneri.

Para o deputado, todos os setores da sociedade deveriam participar desta discussão. “O que o governo está propondo é muito grave para que seja votado de uma hora para outra, sem que a sociedade saiba o impacto que terá na vida dos cidadãos”, disse Veneri.

Em 1997, Veneri era vereador em Curitiba e organizou um movimento de combate à transferência de serviços públicos para Organizações Sociais, proposta pelo então prefeito Cássio Taniguchi,atual secretário de Planejamento do governo do Estado. Um dos efeitos imediatos do repasse de serviços públicos para este tipo de entidade é a dispensa da realização de concursos públicos e licitações.

Fonte: Site do Tadeu Veneri

24/11/2011

Cidadão grego não economiza o verbo ao responder a um alemão

Artigo sugerido por Marilena Silva, da CUT-PR

 “Carta aberta” de Walter Wuelleenweber, dirigida aos “caros gregos”, com um título e sub-título:

Depois da Alemanha ter de salvar os bancos, agora tem de salvar também a Grécia

Os gregos, que primeiro fizeram alquimias com o euro, agora, em vez de fazerem economias, fazem greves

Caros gregos,

Desde 1981 pertencemos à mesma família. Nós, os alemães, contribuímos como ninguém mais para um Fundo comum, com mais de 200 mil milhões de euros, enquanto a Grécia recebeu cerca de 100 mil milhões dessa verba, ou seja a maior parcela per capita de qualquer outro povo da U.E.

Nunca nenhum povo até agora ajudou tanto outro povo e durante tanto tempo.

Vocês são, sinceramente, os amigos mais caros que nós temos. O caso é que não só se enganam a vocês mesmos, como nos enganam a nós.

No essencial, vocês nunca mostraram ser merecedores do nosso Euro. Desde a sua incorporação como moeda da Grécia, nunca conseguiram, até agora, cumprir os critérios de estabilidade. Dentro da U.E., são o povo que mais gasta em bens de consumo.

Vocês descobriram a democracia, por isso devem saber que se governa através da vontade do povo, que é, no fundo, quem tem a responsabilidade. Não digam, por isso, que só os políticos têm a responsabilidade do desastre. Ninguém vos obrigou a durante anos fugir aos impostos, a opor-se a qualquer política coerente para reduzir os gastos públicos e ninguém vos obrigou a eleger os governantes que têm tido e têm.

Os gregos são quem nos mostrou o caminho da Democracia, da Filosofia e dos primeiros conhecimentos da Economia Nacional.

Mas, agora, mostram-nos um caminho errado. E chegaram onde chegaram, não vão mais adiante!!!

Na semana seguinte, o jornal Stern publicou a carta aberta de um grego, dirigida a Wuelleenweber:

Caro Walter,

Chamo-me Georgios Psomás. Sou funcionário público e não “empregado público” como, depreciativamente, como insulto, se referem a nós os meus compatriotas e os teus compatriotas.

O meu salário é de 1.000 euros. Por mês, hem!… não vás pensar que por dia, como te querem fazer crer no teu País. Repara que ganho um número que nem sequer é inferior em 1.000 euros ao teu, que é de vários milhares.

Desde 1981, tens razão, estamos na mesma família. Só que nós vos concedemos, em exclusividade, um montão de privilégios, como serem os principais fornecedores do povo grego de tecnologia, armas, infraestruturas (duas autoestradas e dois aeroportos internacionais), telecomunicações, produtos de consumo, automóveis, etc.. Se me esqueço de alguma coisa, desculpa. Chamo-te a atenção para o facto de sermos, dentro da U.E., os maiores importadores de produtos de consumo que são fabricados nas fábricas alemãs.

A verdade é que não responsabilizamos apenas os nossos políticos pelo desastre da Grécia. Para ele contribuíram muito algumas grandes empresas alemãs, as que pagaram enormes “comissões” aos nossos políticos para terem contratos, para nos venderem de tudo, e uns quantos submarinos fora de uso, que postos no mar, continuam tombados de costas para o ar.

Sei que ainda não dás crédito ao que te escrevo. Tem paciência, espera, lê toda a carta, e se não conseguir convencer-te, autorizo-te a que me expulses da Eurozona, esse lugar de VERDADE, de PROSPERIDADE, da JUSTIÇA e do CORRECTO.

Estimado Walter,

Passou mais de meio século desde que a 2ª Guerra Mundial terminou. QUER DIZER MAIS DE 50 ANOS desde a época em que a Alemanha deveria ter saldado as suas obrigações para com a Grécia.

Estas dívidas, QUE SÓ A ALEMANHA até agora resiste a saldar com a Grécia (Bulgária e Roménia cumpriram, ao pagar as indemnizações estipuladas), e que consistem em:

1. Uma dívida de 80 milhões de marcos alemães por indemnizações, que ficou por pagar da 1ª Guerra Mundial;

2. Dívidas por diferenças de clearing, no período entre-guerras, que ascendem hoje a 593.873.000 dólares EUA.

3. Os empréstimos em obrigações que contraíu o III Reich em nome da Grécia, na ocupação alemã, que ascendem a 3,5 mil milhões de dólares durante todo o período de ocupação.

4. As reparações que deve a Alemanha à Grécia, pelas confiscações, perseguições, execuções e destruições de povoados inteiros, estradas, pontes, linhas férreas, portos, produto do III Reich, e que, segundo o determinado pelos tribunais aliados, ascende a 7,1 mil milhões de dólares, dos quais a Grécia não viu sequer uma nota.

5. As imensuráveis reparações da Alemanha pela morte de 1.125.960 gregos (38,960 executados, 12 mil mortos como dano colateral, 70 mil mortos em combate, 105 mil mortos em campos de concentração na Alemanha, 600 mil mortos de fome, etc., et.).

6. A tremenda e imensurável ofensa moral provocada ao povo grego e aos ideais humanísticos da cultura grega.

Amigo Walter, sei que não te deve agradar nada o que escrevo. Lamento-o.

Mas mais me magoa o que a Alemanha quer fazer comigo e com os meus compatriotas.

Amigo Walter: na Grécia laboram 130 empresas alemãs, entre as quais se incluem todos os colossos da indústria do teu País, as que têm lucros anuais de 6,5 mil milhões de euros. Muito em breve, se as coisas continuarem assim, não poderei comprar mais produtos alemães porque cada vez tenho menos dinheiro. Eu e os meus compatriotas crescemos sempre com privações, vamos aguentar, não tenhas problema. Podemos viver sem BMW, sem Mercedes, sem Opel, sem Skoda. Deixaremos de comprar produtos do Lidl, do Praktiker, da IKEA.

Mas vocês, Walter, como se vão arranjar com os desempregados que esta situação criará, que por ai os vai obrigar a baixar o seu nível de vida, Perder os seus carros de luxo, as suas férias no estrangeiro, as suas excursões sexuais à Tailândia? Vocês (alemães, suecos, holandeses, e restantes “compatriotas” da Eurozona) pretendem que saíamos da Europa, da Eurozona e não sei mais de onde.

Creio firmemente que devemos fazê-lo, para nos salvarmos de uma União que é um bando de especuladores financeiros, uma equipa em que jogamos se consumirmos os produtos que vocês oferecem: empréstimos, bens industriais, bens de consumo, obras faraónicas, etc.

E, finalmente, Walter, devemos “acertar” um outro ponto importante, já que vocês também disso são devedores da Grécia:

EXIGIMOS QUE NOS DEVOLVAM A CIVILIZAÇÃO QUE NOS ROUBARAM!!!

Queremos de volta à Grécia as imortais obras dos nossos antepassados, que estão guardadas nos museus de Berlim, de Munique, de Paris, de Roma e de Londres.

E EXIJO QUE SEJA AGORA!! Já que posso morrer de fome, quero morrer ao lado das obras dos meus antepassados.

Cordialmente,

Georgios Psomás

24/11/2011

Até quando o PT vai agüentar isso?

Por Ivo Pugnaloni

Até que quando teremos que submeter o PT a desgastes como os que se avizinham nas próximas eleições para prefeito de Curitiba?

Agora, a ordem parece ser não fazer nada e esperar a candidatura de Gustavo Fruet ser adotada pela mídia e  “correr para o abraço”…

Até quando o PT agüenta esse tipo de tática estreita, suicida e anti-política?

Ora, quem quiser saber mais sobre as ligações de Gustavo Fruet com José Serra e Beto Richa, basta buscar no Youtube, pois lá os marqueteiros da “oposição tucana” e “demoniocrata” encontrarão material de sobra para surrarem o PT do Paraná e elegerem uma bancada ainda maior de vereadores!

E acabarem de vez com a nossa bancada ou manterem a nossa bancada no pequeno tamanho atual, que conseguiram nos impor nos últimos anos, apesar de pertencermos ao PT, o maior partido do Brasil em Deputados e em votos e em prestígio.

E o que é pior, acabarem de vez com o espírito de luta de nossa militância, cansada de esconder suas bandeiras no fundo dos armários ou só usá-las em comícios de candidatos de outros partidos?

O PT , além do PMDB, é o único partido que em 32 anos de existência em Curitiba (coisa que o PSDB e o DEM, e o PSB, o PDT não tem),  mas que segundo algumas de suas principais lideranças, “não tem um nome à altura” de concorrer com chances de vencer…

Se isso realmente fosse verdade, “não temos nomes à altura”, era o momento de perguntar:  “e por causa de quem o PT do Paraná não tem nomes?”

“E por causa de quê?”

“E por causa de que tipo de prática e de política de alianças?”

“Onde está a discussão de candidaturas do PT como fazem os demais partidos, mais novos e com menos prestígio no eleitorado do que  o PT?”

“Porque no PT de Curitiba e do Paraná, sempre é “tão difícil” encontrar “candidatos à altura”?

Será que somos todos anões políticos?

Será que só o Ratinho, o Fruet, o Luciano, a Renata Bueno, o pessoal do PSTU, do PSOL, podem ter candidatos no primeiro turno?

Será que o partido do Fruet ( a qual partido ele pertence mesmo agora? Foram tantos que eu até esqueci…)  tem um ex-presidente da república que saiu com 80% de aprovação?

Será que o PSB tem uma presidenta da republica com 64% de aprovação?

Será que todos os partidos podem ter candidato, menos o PT?

Será que logo o PT, o partido do Lula, do Bolsa-Familia, do Pro-Uni, da auto-suficiencia em Petroleo, do Pré-Sal, logo o PT não pode ter candidato a prefeito em Curitiba?

Onde está inscrita essa proibição?

Quem a escreveu?

De onde vem essa ordem?

Quem deu essa ordem?

Porque no PT de Curitiba, estão proibidas as discussões sobre candidatura?

Porque no PT de Londrina, estão permitidas e estimuladas as discussões sobre candidatura a prefeito da companheira Márcia Lopes, que aliás, fará enorme votação?

Porque em Curitiba, onde em 2000 quase ganhamos com Vanhoni e perdemos por inação, paralisia, exatamente nos últimos 15 dias de campanha, temos que apoiar alguém que menos de um ano atrás denegria o PT, o Lula, a Dilma, etc????

Porque?

Porque não podemos concorrer no primeiro turno com nosso próprio candidato e , no segundo turno, dependendo da proximidade programática, se não estivermos entre os dois mais votados, decidirmos democraticamente a qual dos dois finalistas apoiaremos?

Porque alguns petistas de alto coturno querem por que querem esconder, debaixo da bandeira de outro partido e de outro candidato, as bandeiras do nosso PT, o programa do nosso PT, as caras do PT, as cores do nosso PT, as lideranças do PT, as histórias de lutas do PT por esta cidade, como aquelas nas associações de moradores, contra a truculência do lernismo e da ditadura, representadas pelo tristemente famoso “capitão Jair” ?

Porque será que deveríamos esconder o PT e as lutas do PT nos sindicatos de metalúrgicos, da construção civil, dos professores, do pessoal da saúde, dos motoristas de ônibus, dos vigilantes, dos funcionários do judiciário, debaixo de uma candidatura de um deputado que saiu do PMDB, saiu do PSDB e agora acaba de chegar ao PDT só porque seu amigo Beto Richa o desprezou para apoiar o Luciano Ducci a prefeito?

Porque temos que esconder nossas bandeiras e apoiar o Gustavo Fruet?

Só porque ele é “queridinho” da mídia local?

Só porque ele fala bem ( Maluf também falava )?

Só porque sua imagem transmite boa impressão e confiança no que diz?

Mas que adianta tudo isso se ele não defende as mesmas idéias que o PT?

Mas que adianta tudo isso se sua candidatura não fará votos para os vereadores do PT, mas sim do seu novo partido, o PDT, que é da base aliada no governo federal, mas fecha com Beto na Assembléia e tem menos vereadores do que o PT?

E como ficarão nossos candidatos a vereador, principalmente aqueles que não concorrem à reeleição?

Com que cara esses companheiros chegarão nas suas bases e irão pedir votos para um político que até 5 meses atrás, combatia com todas as suas excelentes armas de oratória e seus ótimos contatos com a mídia, o presidente Lula, Dilma e o PT?

Que tipo de imagem nossos candidatos a vereador passarão aos seus eleitores atuais, ao lado de alguém com esse passado de luta contra o PT?

Ou será que nossos candidatos a vereador, para tentarem se eleger, terão que engolir seu orgulho, seu amor próprio, sua história de vida, suas convicções e concordarem em andar de braço dado com um adversário dos mais capazes e preparados do seu próprio partido, o PT?

Ou será que eleger vereadores não é importante?

Ou será que é por essas e outras que o PT de Curitiba e do Paraná só diminui de bancada, enquanto o prestígio do PT cresce, ano a ano, a nível nacional?

Isso é contraditório!

Como será possível que o PT tem cada vez mais prestígio graças aos resultados de seu governo e cada vez menos deputados e vereadores no Paraná?

Qual é a mágica?

Como é que isso acontece?

Quem estará errado?

Será que é o povo quem está errado?

Ou será que errado está quem coloca o PT sempre nessa situação de falta de auto-confiança, de falta de auto-estima, de falta de lideranças?

Será que é bom para o Partido ficar parecido com uma plantação de pinus, onde não nasce nem grama embaixo das árvores?

E para terminar antecipo aquela pergunta mais importante, que o “povão” vai querer saber de nossos candidatos a vereador:

“Diz aí candidato do PT: foi o Gustavo Fruet que mudou de idéia ou foi você que mudou? O Lula é corrupto, incompetente e mentiroso, mesmo?”

24/11/2011

Ato reúne petistas em defesa da candidatura própria em 2012

Cerca de trezentas pessoas, entre militantes e lideranças petistas, participaram do ato em defesa da candidatura própria do PT na disputa à prefeitura de Curitiba nas eleições do próximo ano, realizado na noite de segunda-feira, 21, na Sociedade Treze de Maio. A manifestação expressa a posição de vários setores do partido a favor do lançamento de um nome do PT à prefeitura, a ser escolhido, em prévias, entre as pré-candidaturas já apresentadas, do deputado estadual Tadeu Veneri e dos deputados federais Angelo Vanhoni e Dr. Rosinha.

“Quem decide no PT são os filiados. Quem decide pelo PT são os filiados”, disse Veneri, que destacou a ampla participação da base do partido no movimento. “Nós queremos que o PT municipal inicie o processo de construção do calendário para discutir a eleição municipal. Para nós, discutir a pré-candidatura do PT é um processo natural depois de trinta anos de predomínio de um mesmo grupo político-econômico na prefeitura de Curitiba”, disse Veneri. Para o deputado, o PT precisa apresentar um projeto com a sua identidade para a população de Curitiba. “ Um projeto de transformação, que represente uma inversão de prioridades em que a política deixe de ser aplicada em benefício de uma minoria para atender à maioria da população”, afirmou.

O deputado estadual Professor Lemos e a vereadora professora Josete defenderam a tese da candidatura própria. “Nós não apenas temos o direito de ter candidatura própria em Curitiba, como também o dever, a obrigação de apresentar um projeto de sociedade para a cidade. Nós temos nomes e todos eles podem representar esse projeto”, disse Lemos.

Para a vereadora professora Josete, não há uma justificativa plausível para que o PT abdique de ter um candidato em Curitiba. “Nós estamos no terceiro mandato do governo federal e é um projeto do partido fazer o debate das nossas propostas nas maiores cidades do país. O projeto do partido tem que estar acima dos projetos individuais”, disse.

Representante do Dr. Rosinha no ato, o dirigente do PT estadual Marcio Pessati observou que, em 2010, o PT do Paraná fez um recuo tático ao abrir mão de lançar um candidato ao governo em benefício da eleição da presidente Dilma Rousseff. “Isso foi importante, mas teve um custo para o partido. Em 2012, a diretriz é outra. Nós temos um objetivo de construção do PT do estado. E isso passa pela candidatura própria. Até este momento, nenhuma outra corrente política apresentou tese de aliança”, disse.

Militantes históricos do PT como o professor Romeu Gomes de Miranda e o advogado Claudio Ribeiro também destacaram a importância de o PT lançar candidato. “Nós precisamos defender as bandeiras deste partido. Nós temos uma identidade a defender”, afirmou Ribeiro.

O ato teve ainda a participação de dois integrantes da direção nacional do PT, Marcos Sokol e Marcel Frison, atual secretário de Saneamento do governo do Rio Grande do Sul , um integrante da executiva nacional, Renato Simões, e representantes do PT da Região

Metropolitana de Curitiba e do Interior do Estado.

“O Congresso Nacional do PT estabeleceu que precisamos nos consolidar como o partido dos avanços sociais e nossa prioridade é ter candidaturas próprias. O fórum de decisão não é de meia-dúzia de dirigentes, mas do conjunto de filiados. O PT de Curitiba não pode se comportar como uma força política de segunda categoria. Por que todas as grandes cidades do país e do estado podem ter candidaturas próprias e Curitiba não?”, questionou Renato Simões.

Para Frison, nada é tão importante para reforçar o projeto nacional do PT do que a indicação de candidaturas próprias a prefeito nas eleições de 2012. “As alianças são instrumentos táticos. As concessões fazem parte da vida política. Mas não podemos subordinar interesses estratégicos dos trabalhadores às alianças, apenas pelo propósito de chegar ao poder”, disse o representante gaúcho.

O debate sobre a posição do PT na disputa eleitoral de 2012 continua nos dias 5, 6, 7 e 8, nas reuniões das regionais do Portão, Cidade Industrial de Curitiba, Cajuru , Boa Vista, Pinheirinho, Boqueirão e Bairro Novo, Matriz e Santa Felicidade.

Fonte: Site do Tadeu Veneri

24/11/2011

O que uma escritora holandesa teria tido sobre o Brasil!

Reproduzimos aqui um artigo atribuído a uma escritora holandesa, cujo nome não sabemos.

Parece, na verdade, um texto escrito por algum(a) brasileir@ que tenta se libertar, mas ainda está impregnad@ com complexo de vira-latas e, portanto, acha que se der o crédito do texto a um estrangeiro, os demais brazucas irão presatar atenção. A última frase do artigo aponta nessa direção.

De todas as formas reproduzimos aqui o texto, pois traz dados interessantes sobre o subdesenvolvimento mental da classe média brasileira e do PiG.

Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil.

Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos.

Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado.

Só existe uma companhia telefônica e pasmem!: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.

Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíchttp://gollum.colivre.coop.br/sergiobertoni/blog/o-que-uma-escritora-holandesa-teria-dito-sobre-o-brasilhe em um guardanapo – ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.

Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal – e tem fila na porta.

Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.

Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de ‘Como conquistar o Cliente’.

Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.

Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.

Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc… Os brasileiros mais esclarecidos sabem que tem muitas razões para resgatar suas raízes culturais.

Os dados são da Antropos Consulting:

1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.

2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.

3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.

4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.

5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.

6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.

7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.

8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.

Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.

10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO- 9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.

11. O Brasil é 1º maior mercado de jatos e helicópteros executivos do mundo.

Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?

1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?

2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?

3. Que suas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?

4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?

5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?

6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?

7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?

Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando..

É! O Brasil é um país abençoado de fato.

Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.

Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.

Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.

Bendita seja, querida pátria chamada Brasil!!!

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