Archive for novembro, 2011

30/11/2011

Jornalista russo será processado por protestar contra censura

Por George Yurievitch Ribeiro

Jornalista russo,  Grigory Okhotin, se demitie da agência de notícias russa em protesto contra censura.

Responsável pela redação de um dos sites da agência RIA-Novosti (dedicado aos artigos da imprensa sobre a Rússia publicados ao redor do mundo ) ele recebeu orientações de não publicar materiais negativos sobre Vladimir Putin e o partido de posição Rússia Unida nas próximas semanas (véspera das eleições parlamentares).

A agência de notícias RIA-Novosti negou as acusações de censura e pretende processar o jornalista por difamação. Creio que todos conhecem como são feitos os julgamentos na Rússia. As chances de Grigory Okhotin contra o estado (a agência é estatal) são mínimas.

Agradeceria muito apoio e divulgação do fato aqui no Brasil.

Fonte: Lenta.ru Масс-медиа: Редактор портала Inosmi обвинил РИА Новости в цензуре и уволился

30/11/2011

Ataque ao Sismuc: Ducci ameaça direitos sindicais

As mobilizações e campanhas lançadas pelo Sismuc recentemente em favor dos trabalhadores causaram uma forte reação por parte do prefeito de Curitiba Luciano Ducci. Ele articulou esta semana a aprovação de uma emenda que restringe a liberação de servidores para a direções sindicais. O documento apresentado hoje, na câmara municipal, limita o exercício do direito sindical, prevendo a redução de servidores nos sindicatos do município (Sismuc e Sismmac). Hoje o Sismuc conta com 10 diretores liberados. Se a mudança for aprovada, a quantidade reduz para 4, inviabilizando em muito o trabalho realizado, atualmente.

“A cassação das liberações cheira à ditadura. Eles sabem que o Sismuc é um sindicato forte e em crescimento, que vem fazendo a diferença para os servidores e tem buscado a melhoria da qualidade do serviço prestado à população. Agora, querem restringir o direito à livre organização dos trabalhadores”, aponta Eduardo Recker Neto, diretor do Sismuc.

Realização de greves, assembleias, mobilizações, que vem se intensificando nos últimos anos, podem perder força drasticamente. Esta é a avaliação da diretoria do Sismuc, caso a alteração seja aprovada. As campanhas pelo aumento de salário, por melhores condições de trabalho e por mais qualidade de vida podem reduzir para menos da metade do que é realizado atualmente. No mês passado, o sindicato chegou aos 10 mil sindicalizados e se apresenta hoje como um importante instrumento de controle social da administração municipal. Além disso, tem conseguido conquistas importantes para diferentes segmentos da categoria. Dentre os mais recentes estão guardas municipais, fiscais, cirurgiões-dentistas, educadores e servidores da saúde.

Mobilização

Diante desta grave ameaça à liberdade sindical, o Sismuc está convocando uma plenária do movimento sindical paranaense para este dia 1º. O encontro inicia às 15 horas, na sede do Sismuc (rua Monsenhor Celso, 225, 9º andar) e pretende impedir que a imposição siga em frente. É aguardada também a presença de parlamentares e líderes de movimentos sociais. O Sismuc também encaminha amanhã um ofício solicitando reunião com o prefeito na sexta-feira para debater o assunto. Outra ação é a campanha para envio de mensagem aos vereadores, pedindo a imediata retirada da proposta de emenda.

Clique aqui para mandar sua mensagem.

Como ficariam as liberações:

1 servidor entre 1.000 até 2.000 sindicalizados

2 servidores entre  2.001 até 5.000 sindicalizados

3 servidores entre  5.001 até 10.000 sindicalizados

4 servidores entre. 10.001 até 15.000 sindicalizados

1 a mais a cada 3.000 sindicalizados, com limite de 6 servidores

Autor: Guilherme Gonçalves

Fonte: Sismuc

28/11/2011

Guia de boas maneiras na política. E no jornalismo

Artigo sugerido por Ubirajara Freitas, metalúrgico de BH

Eles nunca se conformarão

A obsessão da elite brasileira em tentar desqualificar Lula é quase patológica. E a compulsão por tentar aproveitar todos os momentos, inclusive dos mais dramáticos do ponto de vista pessoal, para fragilizá-lo, constrange quem tem um mínimo de bom senso.

Maria Inês Nassif

A cultura de tentar ganhar no grito tem prevalecido sobre a boa educação e o senso de humanidade na política brasileira. E o alvo preferencial do “vale-tudo” é, em disparada, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por algo mais do que uma mera coincidência, nunca antes na história desse país um senador havia ameaçado bater no presidente da República, na tribuna do Legislativo. Nunca se tratou tão desrespeitosamente um chefe de governo. Nunca questionou-se tanto o merecimento de um presidente – e Lula, além de eleito duas vezes pelo voto direto e secreto, foi o único a terminar o mandato com popularidade maior do que quando o iniciou.

A obsessão da elite brasileira em tentar desqualificar Lula é quase patológica. E a compulsão por tentar aproveitar todos os momentos, inclusive dos mais dramáticos do ponto de vista pessoal, para fragilizá-lo, constrange quem tem um mínimo de bom senso. A campanha que se espalhou nas redes sociais pelos adversários políticos de Lula, para que ele se trate no Sistema Único de Saúde (SUS), é de um mau gosto atroz. A jornalista que o culpou, no ar, pelo câncer que o vitimou, atribuindo a doença a uma “vida desregrada”, perdeu uma grande chance de ficar calada.

Até na política as regras de boas maneiras devem prevalecer. Numa democracia, o opositor é chamado de adversário, não de inimigo (para quem não tem idade para se lembrar, na nossa ditadura militar os opositores eram “inimigos da pátria”). Essa forma de qualificar quem não pensa como você traz, implicitamente, a ideia de que a divergência e o embate político devem se limitar ao campo das ideias. Esta é a regra número um de etiqueta na política.

A segunda regra é o respeito. Uma autoridade, principalmente que se tornou autoridade pelo voto, não é simplesmente uma pessoa física. Ela é representante da maioria dos eleitores de um país, e se deve respeito à maioria. Simples assim. Lula, mesmo sem mandato, também o merece. Desrespeitar um líder tão popular é zombar do discernimento dos cidadãos que o apoiam e o seguem. Discordar pode, sempre.

A terceira regra de boas maneiras é tratar um homem público como homem público. Ele não é seu amigo nem o cara com quem se bate boca na mesa de um bar. Essa regra vale em dobro para os jornalistas: as fontes não são amigas, nem inimigas. São pessoas que estão cumprindo a sua parte num processo histórico e devem ser julgadas como tal. Não se pode fazer a cobertura política, ou uma análise política, como se fosse por uma questão pessoal. Jornalismo não deve ser uma questão pessoal. Jornalistas têm inclusive o compromisso com o relato da história para as gerações futuras. Quando se faz jornalismo com o fígado, o relato da história fica prejudicado.

A quarta regra é a civilidade. As pessoas educadas não costumam atacar sequer um inimigo numa situação tão delicada de saúde. Isso depõe contra quem ataca. E é uma péssima lição para a sociedade. Sentimentos de humanidade e solidariedade devem ser a argamassa da construção de uma sólida democracia. Os formadores de opinião tem a obrigação de disseminar esses valores.

A quinta regra é não se deixar contaminar por sentimentos menores que estão entranhados na sociedade, como o preconceito. O julgamento sobre Lula, tanto de seus opositores políticos como da imprensa tradicional, sempre foi eivado de preconceito. É inconcebível para esses setores que um operário, sem curso universitário e criado na miséria, tenha ascendido a uma posição até então apenas ocupada pelas elites. A reação de alguns jornalistas brasileiros que cobriram, no dia 27 de setembro, a solenidade em que Lula recebeu o título “honoris causa” pelo Instituto de Estudos Políticos de Paris, é uma prova tão evidente disso que se torna desnecessário outro exemplo.

No caso do jornalismo, existe uma sexta regra, que é a elegância. Faltou elegância para alguns dos meus colegas.

(*) Colunista política, editora da Carta Maior em São Paulo

www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=5277

28/11/2011

Sobre fim dos jornalistas, na acampada

Do Blog Quadrado dos LoucosEstou saindo da acampada do 15-0 na Cinelândia e uma jovem jornalista, de um velho jornal carioca, me aborda. Depois de perguntar nome, idade, ocupação, vai direto ao ponto:

— O que vocês propõem, qual é a pauta de reivindicações do movimento?

— Acho que mais importante é perguntar o que o movimento faz, o que ele produz e, mais importante ainda, como ele faz e produz. A forma é diferente.

— Tá, mas, pode dar um exemplo…

— Por exemplo, aqui se está experimentando fazer uma mídia de maneira que não precisemos mais de jornalistas e jornalismo. — respondo sem tom de provocação, mas ela reage com uma atitude de condescendência, que é o pior tipo de arrogância.

— Sei, porque a mídia é golpista e tal, e vocês não, são os revolucionários. O jornalismo vai continuar existindo de um jeito ou de outro.

— Se o jornalismo surgiu há alguns poucos séculos, ele pode acabar também, as coisas mudam. E não entraria no mérito se é golpista, acho que seja mais simples e menos conspiratório: é porque você não é livre enquanto jornalista, a sua reportagem não será livre, esse movimento no fundo também é pra você.

— Claro que não. Por quê?

— Você tem um chefe, uma pauta, uma carreira, uma edição centralizada dos textos, você não escreve o que deseja e sobre o que deseja e, mais importante, como deseja; tem uma linha editorial, tem que respeitar certa forma de escrever, de construir e selecionar os fatos, tem truques e convenções impostos de fora pela profissão do jornalismo, do jornalismo sério. Por isso que a nova mídia tem que ser pós-jornalista e quando o jornalista vem pra nova mídia, ele precisa largar essa identidade e esses macetes. Se a nova mídia reproduz o mesmo jornalismo no formato 2.0, não é nova. — e ela vai anotando, condescendente.

— Então o melhor é deixar tudo para o estado, estatizar?

— Se fosse isso, a gente não estaria aqui acampado, teria procurado os partidos pra disputar o estado. Acho que a mídia não será livre quando toda ela for estado, mas quando todos formos mídia. Todo mundo pode colaborar numa narrativa em comum. A gente tá cansando de ouvir que no mundo socialista não tinha imprensa livre e é verdade. Mas não é muito diferente daqui. Lá na Romênia do Ceausescu o controle era mistificado pelo interesse público e o estado, e aqui ele é mistificado pela livre iniciativa, que qualquer um é livre pra montar uma empresa jornalística ou mudar de emprego, mas no fundo, aqui e na Romênia, é o mesmo jornalismo, ou seja, a falta de liberdade pra falar e de criatividade em comum. Se você for a favor da linha dos seus chefes, está bem, é livre, mas experimenta colocar opiniões verdadeiramente contrárias e que incomodam, ou então a fazer diferente, aí te censuram na certa. Claro que eles vão falar que no texto você perdeu a objetividade dos fatos, que está muito carregado de opiniões e achismos, que está político, ou horror, que está ideológico. Como se o fato e o jeito de montar esse fato que eles querem, e o modo como ensinam e pautam seus jornalistas, como prometem a carreira profissional, já não fosse a ideologia em primeiro lugar. E aí se você tem a opção de aceitar ou mudar pra outro jornal no mesmo formato controlado por outra família de poderosos, então não vai mudar muito. Você está num ciclo vicioso que se chama liberdade de imprensa, mas essa democracia não é real. Por isso quando a Acampada toma a palavra e faz diferente, essa é uma proposta importante. — nessa hora, a jornalista mudou a expressão, talvez tenha se dado conta que não ia me pegar no contrapé tão fácil, então tentou uma última.

—- Então você quer extinguir o jornalismo, isso não é complicado, não é totalitário?

— É tão totalitário quanto o fato que esta entrevista não vai aparecer no seu jornal amanhã.

E não apareceu mesmo.

28/11/2011

Europa não aprende com seus erros. Espanhóis comemoram morte de ditador!

De TIE-Brasil

A Europa que tanto sofreu nas mãos dos mais cruéis ditadores que este planeta já conheceu, tais como Mussolini, Hitler, Franco, Salazar (só para listar alguns dos que atuaram recentemente, no século XX), a cada eleição que enfrenta opta por eleger candidatos da ultra-direita, xenófobos, rascistas, homofóbicos e “orfãos” dos ditadores supra-citados.

Em meio a mais brutal crise economico-financeira desde o fim da segunda guerra mundial, os europeus chamam para salvá-los os mesmos que os meteram nessa enrascada, a direita neoliberal do estado mínimo, das privatizações, dos cortes de investimentos públicos em saúde e educação, principalmente, e, portanto, anti-estado de bem estar social que os europeus gostariam de ter de volta.

Nas últimas eleições, realizadas em 20 de novembro, os espanhóis confirmaram a tendência e chamaram o neoliberal e direitista PP para salvar a pátria, depois do fracasso das políticas neoliberais do governo do pseudo-socialista José Zapatero, líder do PSOE.

Não bastasse isso, no último domingo, 27, manifestantes de extrema-direita se reuniram em frente ao palácio real em Madri para comemorar a morte do ditador Franco, fazendo o gesto típico dos nazi-fascistas.

Os organizadores do evento decidiram realizá-lo no dia 27, uma semana depois de 20 de novembro, dia em que Franco morreu em 1975, devido às eleições legislativas, que os nazi-fascistas consideraram uma aberração.

Os caras que fizeram da Espanha um dos países mais miseráveis da Europa, que prenderam e assinaram milhares de cidadãos honestos e trabalhadores e que foram os promotores das maiores aberrações da história recente de Espanha, não estão contentes com as eleições que elegeram um partido conservador. Eles querem mais sangue, mais desgraça. Eles não querem eleições. Eles querem apenas a volta de Franco. Só a ditadura os consola.

Tempos obscuros nos esperam…

28/11/2011

Privatizações do Beto começam a mostrar as garras

Por Redacao Blog Lado B

E o mercado feliz como nunca…

Professor Paixão: vigilante da democracia.

Comentário publicado no perfil do Professor Paixão (APP-Sindicato) no Facebook:

“Que coisa!!!! Acabei de ler a Mensagem de Lei que o governador Beto Richa (PSDB) enviou para a Assembleia Legislativa, instituindo o processo de qualificação das OS (Organizações Sociais). Um absurdo! O Projeto de Lei abre caminho para as terceirizações e privatizações. Aprovado, parte do orçamento do Paraná será destinado para as OS qualificadas, mediante a assinatura de um contrato de gestão. O estado está abrindo mão do seu papel! E o mercado feliz como nunca…”.

Conheça na íntegra o PL 915/2011


27/11/2011

Prêmio CUT “Democracia e Liberdade Sempre 2011” homenageará Blogueiros Progressistas

Votação para o Prêmio CUT Democracia e Liberdade Sempre 2011 termina no dia 30

Vote! Escolha seus candidatos e fale com seus parentes e amigos para que eles também participem da escolha dos vencedores

Milhares de pessoas já votaram no 1º Prêmio CUT Democracia e Liberdade Sempre-2011. A votação começou no dia 1º de novembro e termina no dia 30.

É importante lembrar que, com este prêmio, a CUT vai homenagear personalidades e entidades que lutaram pela redemocratização do Brasil durante a ditadura militar de 64-85 e também as que lutam para aperfeiçoar o regime democrático brasileiro, defendendo o exercício da liberdade.

“A luta por democracia e liberdade é permanente e tem de ser feita sempre. “É preciso manter acessa a chama. É preciso ser militante sempre”, lembra o presidente da CUT, Artur Henrique.

Por isso, a Executiva da Central decidiu homenagear os blogueiros progressistas, grupo de brasileiros que milita diariamente na Internet e, com isso, contribui fortemente para manter acesa a chama da democracia e da liberdade no país.

A homenagem à Blogosfera, o primeiro meio de comunicação de massas autônomo do país, será feita durante a cerimônia de entrega do prêmio, que  será realizada no dia 13 de dezembro, no TUCA (Teatro da Universidade Católica), em São Paulo. Os premiados em cada categoria receberão o troféu símbolo do prêmio, criado pelo artista plástico Elifas Andreato.

O Prêmio

O prêmio CUT tem abrangência nacional e será concedido a seis categorias pré-determinadas pela organização. O público poderá votar nos indicados para as categorias de um a cinco. A indicação para a 6ª categoria do prêmio – “Personalidade ou Instituição de destaque” -, será feita pela Executiva da CUT, com a colaboração de personalidades comprometidas com os valores que norteiam a premiação.

Esse grupo de pessoas também indicou os nomes que vão concorrer nas outras cinco categorias do prêmio. Receberão os prêmios os candidatos mais votados em cada uma das categorias.

No dia 2 de dezembro, a CUT vai anunciar os nomes dos vencedores nas cinco categorias cuja votação foi aberta ao público e também o nome que a Executiva da entidade e colaboradores escolheram para receber o troféu da 6ª categoria.

Categorias e Indicados 

Conheça agora as cinco categorias e os três indicados para cada uma delas.  Você deve escolher apenas uma pessoa ou instituição de cada categoria:

Categoria 1: Personalidade de destaque na luta pela Redemocratização do Brasil

  • Indicados: Idibal Pivetta; Maria Augusta Capistrano; e Rosalina de Santa Cruz.

Categoria 2: Personalidade de destaque na luta por Democracia, Cidadania e Direitos Humanos

  • Indicados: Frei Beto; Clara Charf; e Gegê.

Categoria 3: Personalidade de destaque na luta por Democracia e Direitos dos Trabalhadores

  • Indicados: Maria da Penha; Abdias Nascimento; e Virgílio Gomes da Silva.

Categoria 4: Personalidade de destaque na luta por Democracia e Justiça no Campo

  • Indicados: Dom Pedro Casaldáliga; Valdir Ganzer; e Manoel da Conceição.

Categoria 5: Instituição de destaque na luta por Democracia e Liberdade

  • Indicados: Movimento dos trabalhadores sem Terra (MST); Central Única das Favelas (CUFA); e Central dos Movimentos Populares (CMP).

Como votar

Para votar, basta acessar o site da CUT (www.cut.org.br) e clicar no banner do 1º Prêmio CUT Democracia e Liberdade Sempre, onde está escrito “Clique aqui e vote nos seus candidatos”; depois, clique onde está escrito “escolha seus candidatos”. Você pode também acessar diretamente o endereço do prêmio  (http://premio.cut.org.br) e clicar direto onde está escrito “escolha seus candidatos” – no alto da página.

Escolha seu candidato na categoria um, clique em cima do nome para confirmar seu voto; automaticamente, a página seguinte se abrirá na tela do seu computador mostrando os indicados da segunda categoria, escolha seu preferido, clique em cima do nome para confirmar seu voto; repita o processo até votar nas cinco categorias.

Atenção

Para concluir o voto, é preciso votar nas cinco categorias. Ao terminar, basta inserir seu e-mail e confirmar. Automaticamente, surgirá na tela do seu computador a efetivação do seu voto. Não aparecerão parciais dos resultados. Você receberá em seu e-mail uma mensagem de confirmação do seu voto.

É importante lembrar que, por motivos de segurança, haverá restrição de votação, ou seja, cada pessoa poderá votar apenas uma vez.

A história do Prêmio

No dia 13 de dezembro do ano passado, após o retrocesso nos debates políticos da última campanha eleitoral, com ataques aos direitos individuais dos brasileiros: discriminação contra união de pessoas do mesmo sexo e aborto, só para ficar em dois temas polêmicos -, a CUT realizou o ato Democracia e Liberdade Sempre, no Rio de Janeiro.

A data é simbólica. No dia 13 de dezembro de 1968 os brasileiros foram surpreendidos com um dos maiores atentos à liberdade individual e coletiva de toda a história do País.

A junta militar que governava o país com mãos de ferro desde o golpe de 1964, suspendendo as eleições direitas para o cargo máximo da nação – a presidência da república – instituiu neste dia o Ato Institucional 5. O AI-5 deu ao general presidente da República poderes para cassar mandatos eletivos, suspender direitos políticos, demitir ou aposentar juízes e outros funcionários públicos, suspender os habeas corpus em crimes contra a segurança nacional e legislar por decreto, ampliando os instrumentos de repressão da ditadura militar.

A mobilização popular trouxe de volta ao Brasil o espírito da liberdade, contribuindo decisivamente para a redemocratização do País. A democracia é uma ferramenta que facilita a preservação do estado de liberdade, mas a sociedade civil organizada precisa se manter alerta na defesa permanente desse direito.

Foi com esse espírito que a CUT realizou, no ano passado, o Ato Democracia e Liberdade Sempre, e é com este espírito que a CUT decidiu realizar a cada dois anos um evento de premiação em homenagem aos brasileiros e às brasileiras que lutaram e continuam lutando em defesa da democracia.

Com este prêmio, a CUT reafirma o princípio que rege a central desde a sua criação: a luta pela democracia e liberdade sempre.

CUT Nacional
Assessoria de Imprensa
Marize Muniz
Fones: 61-3105-4027 / 61-7811-8753
27/11/2011

Alguns números sobre Belo Monte ou a Má fé e os interesses escusos

Video sugerido por Cido Araújo, do BlogProgSP

27/11/2011

Nem o PiG se aguenta! Furo MTV sobre o vídeo dos globais contra Belo Monte

Vídeo sugerido por Cido Araújo, do BlogProgSP

27/11/2011

Beto Richa pode privatizar a CELEPAR para o ICI

Do Blog do Tarso

Cássio taniguchi, quem diria, é o presidente do Conselho de Administração da Celepar

O projeto de lei complementar 915/2011 que o governador do Paraná Beto Richa (PSDB) encaminhou para a Assembleia Legislativa pretende criar a qualificação Organização Social – OS no âmbito da Administração Pública do estado. É o mesmo modelo criado pelo governo FHC (PSDB) e muito utilizado pelos governos tucanos de SP para a privatização da saúde.

Cássio Taniguchi, atual secretário de planejamento de Beto Richa, quando prefeito, criou o modelo em Curitiba, e privatizou a informática do município para o ICI – Instituto Curitiba de Informática, uma entidade privada qualificada como OS que não faz concurso público nem licitação.

Caso o modelo seja aprovado no Estado, a Celepar – Companhia de Informática do Paraná, sociedade de economia estadual, poderá ser totalmente privatizada e seus serviços encaminhados para o ICI ou outra OS.

Beto Richa já está privatizando serviços que são atividades-fim da Celepar, conforme denúncia do Blog do Tarso de outubro, e com essa lei aprovada poderá fazer um mal ainda maior para o povo paranaense.

Nunca é demais lembrar o famoso vídeo do atual presidente da Celepar, que confessa que iria privatizar serviços da companhia para a iniciativa privada.

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