Posts tagged ‘privataria’

28/03/2012

Censura tucana causa demissões em revista

De TIE-Brasil

Nota de Elio Gaspari na Folha de S. Paulo de 28/03/2012 não deixa dúvidas sobre quem é a favor da censura e contra a Liberdade de Expressão neste país. Quem aparelha o estado e as entidades privadas. Quem não quer que o Brasil conheça sua própria história e possa sair de sua condição de eterna colônia.

Sim, senhores, Elio Gaspari deixa bem claro para todos que queiram entender.É só abrir seus olhos, corações e mentes:

– Os tucanos censuram e demitem quando alguém escreve algo que expõe a podridão do modo TUCANO de privatizar, digo, governar.

Confiram o artigo de Gaspari:

PATRULHA E CENSURA

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10/03/2012

CGU divulga lista de 164 entidades impedidas de assinar convênios com o governo

Por Alex Rodrigues,  Repórter da Agência Brasil

Brasília – A Controladoria-Geral da União (CGU) divulgou em 09/03/2012 uma relação com 164 entidades privadas acusadas de cometer “irregularidades graves e insanáveis” na prestação de serviços a órgãos e entidades federais.

Incluídas no Cadastro de Entidades Privadas sem Fins Lucrativos Impedidas (Cepim), elas estão proibidas de assinar novos convênios ou termos de parceria com órgãos da administração pública federal, como os vários ministérios e autarquias.

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14/02/2012

Conseguiram: Curitiba virou São Paulo

Do Blog Anais Políticos Finalmente a mentalidade demotucana de Curitiba conseguiu o que queria. Transformou Curitiba em São Paulo.

Pra você que é de fora, não imagine que é exagero da minha parte, não. A capital do Paraná, como é sabido por muitos, era uma cidade progressista até perto dos anos 2000. Depois, em razão de administrações voltadas somente para o umbigo do Prefeito e de seus amigos, isso aqui virou um pandermônio. O povo foi sendo esquecido, as inovações foram sendo jogadas fora e o lugar virou um balcão de negócios onde só  ganha quem paga mais. Leia-se, grandes empreiteiras.

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13/02/2012

Sindicalista compara concessão de aeroportos ao sistema elétrico: “Tá cheirando mal”

O presidente do Sindicato Nacional dos Aeroportuários (SINA), Francisco Luiz Xavier de Lemos, está convidando a mídia brasileira a visitar o aeroporto de Ezeiza, em Buenos Aires, para descobrir quanto a empresa concessionária, a Corporação América, investiu de dinheiro próprio na melhoria da infraestrutura. A empresa é a mesma que venceu recente leilão para administrar o aeroporto de Brasília. Lemos comparou a concessão dos três principais aeroportos brasileiros à privatização do sistema elétrico. Segundo ele, o dinheiro investido foi do BNDES, o que permitiu aos empresários lucrar sem arriscar capital. Ele diz que, ao retirar do controle da Infraero os três aeroportos mais lucrativos, o governo Dilma colocou em jogo o futuro de todo o sistema, no qual os aeroportos lucrativos bancavam os deficitários.

Nós entendemos que a palavra não muda o sentido da coisa. O governo chama de concessão, mas nós entendemos que concessão é uma privatização disfarçada.

Viomundo: Então, a semântica para você não importa…

Não. De forma alguma. Acho que concessão, privatização… quando você entrega ou a responsabilidade ou o patrimônio do estado você está privatizando algo que deveria estar na mão e sob responsabilidade do estado brasileiro.

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13/02/2012

Cresce pressão contra privatizar aeroportos

Artigo sugerido por Rogério Varela, do SINA

Os 3 terminais detêm 70% do faturamento da Infraero. Até Lula teria criticado

Cresce a rejeição à privatização dos aeroportos brasileiros. Há indícios de que até o ex-presidente Lula teria criticado a opção de sua sucessora. O deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP), o governo federal privatizou três dos maiores e mais rentáveis aeroportos do país. Cumbica, Viracopos e Brasília detêm, juntos, por 30% dos passageiros, 57% do volume de cargas e 19% das aeronaves que passam pelos terminais do país.

Segundo Valente, os três aeroportos respondem ainda por 70% do faturamento da Infraero, sustentando a rede de aeroportos regionais em todo o país.

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13/02/2012

A desculpa da falta de recursos

Artigo sugerido por Rogério Varela, do SINA

A desculpa da falta de recursos

Como já apontou o economista Paulo Kliass, a desculpa da falta de verbas para os investimentos necessários não tem consistência:

Recursos sobram no Orçamento! O problema é a prioridade definida  pelas autoridades para a sua utilização. Encerradas as contas de 2011,  por exemplo, apurou-se que o Estado brasileiro forçou a geração de um  superávit primário no valor de R$ 130 bilhões ao longo do ano. Uma  loucura! Mais de 3% do PIB destinados exclusivamente para o pagamento de  juros da dívida pública.

Agora basta uma simples comparação. A operação de privatização desses  três aeroportos vai render R$ 240 milhões por ano aos cofres da União.  Ou seja, se houvesse destinado apenas minguados 0,2% do superávit a cada  ano para esse importante compromisso, não precisaria transferir a  concessão dos aeroportos ao capital privado.

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10/02/2012

Rossoni prefere privatizar TI da AL ao invés de utilizar software livre da Celepar

Do Blog do Tarso

Cassio Taniguchi, presidente do Conselho de Administração da Celepar, e
Valdir Rossoni, presidente da Assembleia Legislativa

A Assembleia Legislativa do Paraná, presidida por Valdir Rossoni (PSDB), pretende jogar no lixo R$ 24 milhões de dinheiro público para que uma empresa privada construa e implante softwares para “modernização administrativa e da gestão legislativa”. Parte da contratação é de uma “rede social corporativa”, uma espécie de Facebook e Twitter privativo da Assembleia.

Por que a AL não contrata a Companhia de Informática do Paraná – Celepar, empresa estatal do Paraná na área de Tecnologia da Informação e Comunicação, para produzir os softwares, em software livre?

O receio é que haja uma atuação de Rossoni e do governo Beto Richa (PSDB), para fragilizar a Celepar e o software livre.

E para que gastar tanto dinheiro para fazer uma rede social?

Com a palavra o Rossoni!

08/02/2012

Concessão de aeroportos alcançou 73% do valor da Telebrás, mas…

Do  Blog da Cidadania

Um rápido olhar sobre a concessão – não houve venda – dos principais aeroportos do país pela soma impressionante de 24 bilhões de reais e durante prazos que vão de 25 a 30 anos (após o que os concessionários terão que renegociar ou entregá-los) sugere que ao menos um pecado não foi cometido nesse negócio: não foi feito a preço vil.

Para que se consiga mensurar o valor impressionante alcançado pelo arrendamento dos aeroportos a prazo fixo, a venda do controle acionário do sistema Telebrás, em 1998 – um negócio que entregou para sempre toda a estrutura e direitos de exploração das telecomunicações –, arrecadou míseros 19 bilhões de dólares, à cotação da época, o que, à cotação de hoje, significariam cerca de 33 bilhões de reais.

E nem vamos falar da privatização da Vale para não ficarmos nervosos.

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07/02/2012

“Dilma, eu não me engano, privatizar é coisa de tucano”

“Dilma, eu não me engano, privatizar é coisa de tucano”, entoam manifestantes em frente à Bovespa

CUT, CMP, CGTB, Sindicatos e partidos populares se somaram no ato contra a privatização dos aeroportos e em defesa do patrimônio público

Por Leonardo Severo, no site da CUT

“Dilma, eu não me engano, privatizar é coisa de tucano”, entoaram nesta segunda-feira (6) manifestantes concentrados em frente à Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), contrários ao processo de privatização dos aeroportos.

O protesto reuniu militantes do Sindicato Nacional dos Aeroportuários (SINA), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central de Movimentos Populares (CMP), Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Partido dos Trabalhadores (PT) e Partido Pátria Livre (PPL), que se pronunciaram contra a entrega do patrimônio público nacional. A privatização dos aeroportos de Cumbica, em Guarulhos, de Viracopos, em Campinas, e Juscelino Kubitschek, em Brasília, que juntos respondem por 30% da movimentação dos passageiros, 57% da carga e 19% das aeronaves do sistema brasileiro foi denunciada como um “crime de lesa-Pátria”.

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07/02/2012

Dilma rasga o discurso de campanha

O erro da privatização dos aeroportos

Por Altamiro Borges, em seu blog

Em um ano de governo, a presidenta Dilma Rousseff mostrou-se pouco ousada, mas não bancou retrocessos de maior gravidade. Nesta segunda-feira (6), porém, ela macula o seu mandato com o leilão para a “concessão” de três dos mais rentáveis aeroportos do país – Guarulhos, Campinas e Brasília. O seu discurso antiprivatista de campanha, que acuou os tucanos, será jogado pelo ralo.

Os argumentos usados para justificar a privatização não convenceram os trabalhadores do setor, os movimentos sociais e vários estudiosos desta matéria estratégica. Fala-se da ausência de recursos públicos para modernizar os aeroportos e da urgência de investimentos para atender a crescente demanda do setor. A Copa do Mundo e as Olimpíadas são apontadas como motivos da pressa no leilão.

A desculpa da falta de recursos

Como já apontou o economista Paulo Kliass, a desculpa da falta de verbas para os investimentos necessários não tem consistência:

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